Construído no ano de 1781, o Palácio Conde dos Arcos é a representação de um monumento histórico e uma fonte documental não escrita. O nome do solar está provavelmente ligado ao VIII Conde dos Arcos, Dom Marcos de Noronha e Britto, último vice-rei do Brasil (1806/1808), que teria morado no local quando governador da Capitania da Bahia.

O solar, de notável valor arquitetônico, foi comprado por Peter e Irene Baker, fundadores do Colégio 2 de Julho somente em 1935, mas já abrigava a instituição desde 1928.

O Solar Conde dos Arcos é tombado pelo Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) desde 1933.

O Solar Conde dos Arcos é tombado pelo Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) desde 1933.

As paredes do palácio ainda guardam as características do século XVIII. O solar urbano tem a sua fachada classificada como “pombalina” e inicia na Bahia a transição entre o sobrado urbano tradicional e o novo padrão de casa térrea, ligeiramente elevada e integrada ao jardim. Com uma planta quase quadrada, o solar foi desenvolvido em dois pavimentos e é coberto por telhado de quatro águas.